Jean Pierre Audebaud referia-se assim à pouca importância
que se dá à informação e sinalética em espaços de utilização pública.
Há 8 anos aderimos à causa e quisemos contribuir para diminuir o problema.
Em trabalho com este experiente especialista em sinalética de transportes *,
aprofundámos metodologia, competência e convicção nesta área da sinalética:
Desenvolvida para os utilizadores: para atender às solicitações próprias
de cada um deles, diferentes em interesse, em interpretação, em mobilidade.
Desenvolvida para um espaço: para oferecer a qualquer utilizador,
em qualquer lugar, com qualquer dilema, a resposta que procura.
Encarada como trabalho de sistematização: para garantir a eficácia
de cada peça produzida e aplicada em termos funcionais, económicos
e de manutenção.
Desenhada como linguagem lógica e empática: para estabelecer
uma relação consistente entre utilizador e equipamento,
entre cliente e serviço.
Nestas linhas essenciais podemos assentar trabalho de dimensões
e complexidades diferentes, seja em processo contínuo
ou em fases específicas: Levantamento e diagnóstico;
Previsão de cenários em fase de ante-projecto e/ou concurso;
Desenvolvimento de projecto; Acções de teste e avaliação;
Produção e implementação; Documentação e manutenção.
Da nossa experiência destacamos o trabalho desde há 8 anos
com a Metro do Porto na área da sinalética.
Esta é definitivamente uma competência multi-disciplinar, que temos
desenvolvido com especialistas em design industrial, semiótica,
planeamento, segurança, acessibilidade, arquitectura e áreas técnicas
de produção. É um exercício completo da disciplina do Design,
com consequências muito papáveis no quotidiano dos utilizadores
e na gestão racional de espaços e serviços. O que nos dá bastante prazer.
* Neter, RATP, Metro de Paris, ...